Junior Geo em entrevista nos estúdios da Capital FM (foto: Assessoria)

Da Redação

Um dos poucos deputados estaduais – se não o único -, a votar independente do Palácio Araguaia, o candidato a prefeito de Palmas, Professor Junior Geo (PROS), garantiu que, se eleito, não hesitará em procurar o governador Mauro Carlesse em busca de apoio. “Perfeitamente, eu vou procurar o governador, até mesmo por que isto é obrigação dele, dar apoio aos municípios”, disse.

Junior Geo foi, nesta sexta-feira, 9,  o terceiro entrevistado de uma série de entrevistas com candidatos a prefeito de Palmas da Radio Capital FM e da Cerrado Comunicação.

Para as regiões estrutural e socialmente carentes, como o bairro Taquari e noroeste (e à margem) do Plano Diretor (região da antiga saída para Miracema), ele garantiu ações que amenizem os problemas destas comunidades.  Juntamente com o Governo do Estado, ele planeja concluir  a pavimentação e legalização da área do Taquari; legalizar e urbanizar os loteamentos irregulares e invasões na região norte. “Famílias estão lá”, frisou.

O candidato falou sobre pesquisas eleitorais. “A realidade que estamos vendo nas ruas é completamente outra”, disse ele, que estaria em segundo lugar, com 12% das intenções de votos, segundo a última pesquisa de votos.

Junior Geo foi questionado também sobre como agiria, caso fosse eleito e na, quiçá pós-pandemia, como agiria para normalizar a Saúde e a Economia da capital. “Com calma, diálogo e planejamento”.

O candidato respondeu também a vários outros assuntos que impactam social e estruturalmente a vida do palmense, tais como a polêmica construção de um hospital municipal na região sul da cidade. “É a região que mais precisa, já que a região norte e centro da cidade têm o HGP”, disse; falou também sua plataforma de atração de investimentos em atração de empregos e renda; relacionamento com o empresariado, sobretudo com os micros e pequenos empresários; criação de área de lazer na região norte; consolidação de Palmas como pólos de Saúde e Educação e seus impactos positivos para a cidade; possível migração, devido a crise provocada pela pandemia, de estudantes da rede privada para as escolas públicas municipais; reforma administrativa do governo federal e seus impactos nos municípios.

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