Da Redação

“A experiência de quem empreende há quase 30 anos em Palmas como principal credencial para administrar o município”. Assim,  o candidato do Republicanos, Gil Barison, e se define nesta campanha eleitoral que conta com 12 candidatos.

Ele foi o penúltimo entrevistado da série de entrevistas que a Cerrado Comunicação e a Rádio Capital FM está promovendo e que terá a prefeita e candidata a reeleição, Cinthia Ribeiro (PSDB), como última entrevistada, na próxima terça-feira 20.

Barison é entrevistado pelo jornalista Antônio Oliveira (Foto: Assessoria

Quase todo o tempo da entrevista foi voltado para o plano de governo do candidato e um dos itens abordados pelo entrevistador, jornalista Antônio Oliveira, foi a questão “Palmas oportunidade para todos e parcerias público privadas (PPP), sem favorecimento de grupos. O candidato foi lembrado que “infelizmente, no município de Palmas e no Governo do Tocantins, há várias gestões – salvo as exceções -, o jogo de cartas marcadas e o apadrinhamento é uma cultura e se ele poderia mudar esta realidade”. Barison concordou e foi mais longe: “Há uma grande roubalheira neste processo, onde o gestor até propõe ser sócio de quem quer empreender no Município, no Estado”.

Outro item de seu programa de governo, questionado pelo entrevistador, foi o IV da sua plataforma de administração: “Gestão Pública Honesta e Eficiente”.

– Eficiente, vai lá, candidato. Mas honestidade não é programa de governo, sim obrigação do gestor -, questionou o jornalista.

O candidato concordou e aproveitou a oportunidade para apontar desonestidade nos atuais gestores municipais e estaduais. “Concordo com você, mas é uma roubalheira geral”.

Gil Barison foi abordado também sobre suas propostas para administrar o pós-pandemia em Palmas; nichos de geração de empregos e renda; cinturão verde; saúde; criação de um programa semelhante ao antigo “Pioneiros Mirins”; infraestrutura; mobilidade urbana e promoção social da população excluída.

Por fim ele garantiu que sua intensa atividade empresarial não o prejudicaria na atividade de gestor público. “Ao contrário, levaria mais experiência para a gestão pública”.